A doença do consumo

O stress familiar

Quando quem sustenta a casa é obrigado a dizer "não" a um apelo consumista que parte do filho, da filha, do companheiro ou companheira, o resultado costuma ser desgastante. Brigas, conflitos, disputas e eventualmente, um desejo tão grande de ter aquilo que a propaganda exibe, que não se medem esforços - ou escrúpulos - para alcançar o objetivo. Daí para os pequenos roubos e furtos pode ser um pulo. A banalização do consumo remete a um questionamento sobre o papel da mídia na sociedade moderna. Nos primórdios da publicidade, os profissionais do ramo se preocupavam apenas em explicar o que era e para que servia um determinado produto. Hoje, isso mudou bastante, como explica Rolf Jensen, autor do livro, The Dream Society (A sociedade do sonho) : "Os produtos no futuro deverão apelar para os nossos corações e não para nossas cabeças. Quando isso acontecer, o modelo que prevalecerá não será mais o da Sociedade da Informação, mas o da Sociedade dos Sonhos". Em resumo: quem tem dinheiro banca o "sonho", quem não tem, lida com o fracasso, com a frustração, e com a angústia de viver numa sociedade de consumo que privilegia não o que se é, mas o que se tem. Os consumidores compulsivos são em sua maioria pessoas angustiadas ou ansiosas que tentam preencher os sufocar essa sensação através da compulsão. O tratamento psicológico é acompanhado do uso de antidepressivos e ansiolíticos. "Necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais". Vivemos num planeta que oferece o necessário para todos. Se ainda assim não conseguimos ser felizes, talvez a culpa seja nossa.

A esquizofrenia


A esquizofrenia

É uma doença psiquiátrica endógena que se caracteriza pela perda do contato com a realidade. A pessoa pode ficar fechada em si mesma, com o olhar perdido, indiferente a tudo o que se passa ao redor ou, os exemplos mais clássicos, ter alucinações e delírios. Ela ouve vozes que ninguém mais escuta e imagina estar sendo vítima de um complô diabólico tramado com o firme propósito de destruí-la. Não há argumento nem bom senso que a convença do contrário. Antigamente, esses indivíduos eram colocados em sanatórios para loucos porque pouco se sabia a respeito da doença. No entanto, nas últimas décadas, houve grande avanço no estudo e tratamento da esquizofrenia que, quanto mais precocemente for tratada, menos danos trará aos doentes. Wagner Gattaz


Wagner Gattaz é médico psiquiatra e professor de psiquiatria no Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo.

A Esquizofrenia
A Esquizofrenia é uma doença mental crônica (de longa-duração) que é difícil de definir e é facilmente mal interpretada. Embora os sintomas possam variar amplamente, as pessoas com esquizofrenia freqüentemente têm dificuldade de reconhecer a realidade, de pensar logicamente, e de se comportar normalmente em sociedade. É provável que haja causas subjacentes múltiplas para esta doença. Na realidade, a esquizofrenia tem 20 ou mais genes defeituosos como causa da doença, implicando num fator genético, e engloba provavelmente várias doenças ao invés de só uma.
A esquizofrenia pode começar já na infância e durar a vida toda. Pessoas com esta doença têm freqüentes dificuldades com seus pensamentos e suas percepções. Elas podem se retirar dos contatos sociais e, se não tratadas, exibirão mais sintomas e ficarão menos funcionais como o passar do tempo.
A esquizofrenia pertence ao grupo das "doenças psicóticas". A psicose é definida de várias maneiras, mas é essencialmente uma incapacidade de reconhecer a realidade. Pode incluir sintomas como ilusões (falsas convicções), alucinações (falsas percepções), e fala e comportamento desorganizados. Como a psicose também pode ser uma característica de outras desordens mentais, nem todas as pessoas que são psicóticas têm esquizofrenia.
Os sintomas da esquizofrenia são definidos como "positivos" ou "negativos". Os sintomas positivos incluem os sintomas psicóticos como ilusões, alucinações, e comportamento desorganizado. Os sintomas negativos incluem a tendência para uma reatividade emocional restrita (dificuldade para emocionar-se), fala inexpressiva, e a incapacidade de iniciar uma atividade produtiva.
A esquizofrenia pode ser marcada por uma deterioração do pensamento lógico, das habilidades sociais e do comportamento. Estes problemas podem contribuir para um declínio funcional das relações interpessoais ou no trabalho. Os cuidados pessoais também podem sofrer (tomar banho, vestir-se, escovar os dentes, comer, etc).
A esquizofrenia tem cinco subtipos, que incluem:
o Paranóico - Este é talvez o subtipo mais conhecido porque as pessoas tendem a pensar em paranóia associada à esquizofrenia ("o esquizofrênico paranóico"). Só um número limitado de pessoas com esquizofrenia têm sintomas paranóicos. O que caracteriza o tipo paranóico é a presença de ilusões, considerando que a desorganização e a limitação emocional não são proeminentes. Embora as ilusões possam ser paranóicas em conteúdo, eles também podem ter temas não-paranóicos (religiosos ou "delírios de grandeza", por exemplo).
o Desorganizado – A fala e o comportamento podem ser desorganizados, e as respostas emocionais são vazias ou incomuns.
o Catatônico – Pode haver uma perturbação psicomotora profunda, por exemplo, imobilidade ou atividade física aumentada, tornando-se peculiarmente mudo, ou ainda, exibindo comportamento ou fala incomuns.
o Indiferenciado - Os sintomas psicóticos (positivos) estão presentes, mas eles não se ajustam claramente em quaisquer das categorias anteriores.
o Residual – Os sintomas negativos predominam, sem quaisquer dos sintomas psicóticos principais visto nos subtipos anteriores.
Quadro Clínico
Os sintomas da esquizofrenia ou "são definidos como positivos" ou "negativos":
Os sintomas positivos incluem:
o Alucinações (percepções desordenadas): Pode envolver quaisquer dos cinco sentidos, incluindo visão, audição (ouvir), tato (toque), olfato (cheiro) e gustação (gosto),
o Ilusões (pensamentos distorcidos),
o Fala desorganizada,
o Comportamento incomum ou desorganizado.
Sintomas negativos incluem:
o Espectro emocional restrito ou indiferença,
o Fala limitada, indiferente ou inexpressiva,
o Pensamento desordenado, com problemas para fazer conexões lógicas,
o Dificuldade para começar ou concluir uma atividade com meta específica.
Diagnóstico
O diagnóstico de esquizofrenia não deve ser feito “por alto”. Embora seja freqüentemente possível reconhecer que alguém tem sintomas psicóticos, não é fácil diagnosticar alguém com esquizofrenia tão rapidamente. O médico pode precisar consultar a pessoa por meses ou até mesmo anos para determinar se o padrão da doença se ajusta à descrição de esquizofrenia. É importante observar o curso da doença com o passar do tempo porque só a psicose não é o bastante para diagnosticar a esquizofrenia.
Publicado por
Informedicals Policlin

DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA MÉDICA – HOSPITAL POLICLIN

Universo de Luz

Alma gêmea
Duas Almas-Gémeas poderão estar separadas por uma longa distancia, sem nunca se terem encontrado, mas seus corações sentir-se-ão mutuamente, uma vez que é exercido sobre ambos um efeito imane, que se fará vibrar e sentir actuando para que se reencontrem no momento oportuno. Seus corações sentirão um vazio, mesmo que no momento possam estar a viver algum tipo de relacionamento efectivo. Esse vazio é pressentido acompanhado da sensação da ausência física do outro. É um apelo muito intenso que se faz ressoar tão fortemente quanto intensamente. Sentimos que nos falta algo, sem que consigamos determinar propriamente o quê. Quando ambos estão prontos a viver um relacionamento completo, e ao mesmo nível de consciência viverão uma experiência da qual poucos serão os que poderão congratular-se. Tendo a seu cargo a grande responsabilidade de elevar a vibração energética do Amor na terra, o que acontece de cada vez que duas Almas-Gémeas se unem no plano terrestre, evidenciado todo o seu Amor uma pela outra.


A Persona

O termo latino persona refere-se à máscara do actor da Antiguidade, que era usada nas peças rituais solenes. Jung usa o termo para caracterizar as expressões do impulso arquetípico visando uma adaptação à realidade exterior e à colectividade. As nossas personae representam os papéis que desempenhamos no palco do mundo; são as máscaras que carregamos durante todo esse jogo existencial exterior. A persona, como uma imagem representativa do arquétipo da adaptação, aparece em sonhos nas imagens de roupas, uniformes ou máscaras.
Na infância, os nossos papéis são determinados pelas expectativas do pai e da mãe. A criança tende a comportar-se de modo a receber a aprovação dos mais velhos, e esse é o primeiro padrão de formação do ego. Esse primeiro padrão da persona é constituído por julgamentos de valor e códigos de comportamento culturais e colectivos, que são expressos e transmitidos através dos pais; nessa altura, as exigências dos pais e as exigências do mundo externo parecem, em geral, idênticas.
Quando se verifica um desenvolvimento psicológico adequado, é necessário que ocorra uma diferenciação entre o ego e a persona. Isto significa que temos de nos tornar conscientes de nós mesmos enquanto indivíduos separados das exigências externas feitas em relação a nós; temos de desenvolver um sentido de responsabilidade e uma capacidade de julgamento não necessariamente idênticos aos padrões e expectativas externas e colectivas, embora, é claro, esses padrões devam receber a devida atenção.


Temos de descobrir que usamos as nossas roupagens representativas para protecção e aparência, mas que também podemos mudar de roupa e vestir algo de mais confortável quando é apropriado, e que podemos ficar nus noutros momentos. Se as nossas vestes aderirem a nós ou parecerem substituir a nossa pele, é bem provável que nos tornemos doentes.
Temos de aprender a adaptar nos às exigências culturais e colectivas em conformidade com o nosso papel na sociedade – com a nossa ocupação ou profissão e posição social – e, não obstante, sermos nós mesmos. Precisamos de desenvolver tanto uma máscara de persona como um ego adequado. Se essa diferenciação fracassar, forma-se um pseudo-ego: o padrão de personalidade passa a basear-se numa imitação estereotipada ou numa actuação meramente definida pelo papel social que a pessoa desempenha na vida.
O pseudo-ego é um precipitado estereotipado dos padrões colectivos; uma pessoa “é” o professor universitário ou o juiz ou a dama de sociedade, em vez de um indivíduo que atribui ao papel o seu devido valor nos momentos necessários. Tal pseudo-ego é não apenas rígido, mas também extremamente frágil e quebradiço; a necessária energia psíquica de apoio proveniente do inconsciente não está acessível, mas sim em oposição ao consciente, já que tal ego está completamente separado das intenções do Si Mesmo (o núcleo mais íntimo e mais genuíno da psique humana: a Consciência.)
O pseudo-ego está sujeito a pressões constantes que vêm de dentro, e não tem meios para ajustar o seu equilíbrio precário; frequentemente, ele abeira-se do limite da psicose. Os elementos ameaçadores da psique objectiva opositora que lhe é contrária serão provavelmente vivenciados em projecções sobre o mundo exterior até ao ponto em que surgem as ilusões paranóicas, e o pseudo-ego lida com elas, refugiando-se ainda mais numa identificação protectora com o papel que representa; eis novamente o círculo vicioso.

Um exemplo extremo da dissociação psíquica que acompanha o pseudo-ego identificado com a persona é fornecido por Bennet na sua descrição de uma rapariga que era perseguida por um duplo. Quando era criança, ela sentia que deveria ser perfeita para compensar a ausência da irmã morta e, quando atingiu a adolescência, entrou num estado depressivo marcado por repetidas tentativas de suicídio para fugir de “Kathleen”, o seu pseudo-ego.
Ela via se como um bebé frágil e pouco desenvolvido, vivendo ainda o primeiro momento da existência, incapaz de imaginar o amor e o ódio como originários da mesma fonte. Era inteiramente egoísta e carecida de amor. Kathleen, por outro lado, era uma estudante de dezanove anos, bem adaptada socialmente, que apreciava a música e a pintura; era uma boa professora, muito interessada em literatura e com conhecimentos de francês e alemão – uma criatura falsa e vazia.


A identificação com a persona, origem da sua incapacidade de desenvolver um ego genuíno (o bebé frágil e pouco desenvolvido), é claramente descrita num sonho da jovem extraído da

descrição de Bennet: Eu estava de pé num grande hall.

Fazia muito frio e eu estava… preocupada, temendo ter ido parar ao lugar errado… Senti-me assustada e virei- me para fugir, mas não conseguia escapar. Diante de mim havia um grande espelho no qual podia ver me fantasiada. Estava a usar um pijama de seda preta… Queria arrancar o pijama, não de mim, mas do meu reflexo no espelho… Rasguei um pijama a seguir ao outro, e parecia que as coisas não tinham fim pois, ao remover um, outro aparecia.
O sonho descreve o mundo frio e despersonalizado (o hall frio) no qual ela se sente assustada pela vaga noção de que está no “lugar errado”, como na realidade está. Não consegue fugir porque não consegue apoderar-se de si mesma; não está em contacto consigo, mas com a sua imagem reflectida. Logo, a identificação com a persona não pode ser “retirada”, não pode ser superada. Por debaixo de cada pijama há um outro pijama; a individualidade nua não pode ser alcançada na fria atmosfera de uma mera realidade reflectida.
Num tal estado, uma pessoa precisa do impacto do sentimento individual, que desenvolve um sentido da própria identidade individual. Mas a rapariga em questão proteger se á, com uma colecção impressionante de roupagens, contra a possibilidade de a sua verdadeira pele ser tocada, ou seja, contra os seus sentimentos.
Quando a individualidade é assim confundida com o papel social, quando a adaptação à realidade não é suficientemente individual mas inteiramente colectiva, o resultado pode ser um estado de inflação. A vítima sente se esplêndida e poderosa, porque é uma refinada figura de sociedade, mas não consegue ser um ser humano, ou mesmo dar os primeiros passos no sentido de tomar-se humana.
Uma confiança exagerada tão inflacionada na persona, ou a identificação com ela, resulta na rigidez e na falta de uma sensibilidade genuína. Tal pessoa é apenas o papel que representa, seja o de médico, de advogado, de administrador, de mãe, de filha, ou qualquer outro de natureza compulsiva.
O exemplo de Eichmann mostrou como essa não-personalidade identificada com o papel social é incapaz de desenvolver uma responsabilidade pessoal e moral; ela não possui princípios éticos ou sentimentos pessoais e valores próprios, mas esconde se por detrás da moralidade colectiva e dos costumes estabelecidos. Não tem conflitos de consciência porque tudo é definido de antemão de uma maneira estereotipada.
É difícil para esse tipo de pessoa, que normalmente se considera fiel aos princípios mais elevados, dar-se conta de que, de facto, ela é imoral. É muito chocante descobrir que, bem no fundo do seu ser, algo possa exigir uma decisão individual à custa de um risco individual.


Existe uma tendência humana tão universal no sentido de confundir as vestes da pessoa com a sua pele, que essa diferenciação redunda num problema ético crucial.
No extremo oposto do espectro, quando a formação do indivíduo é inadequada devido a um treino social insatisfatório ou à rejeição das formas sociais como resultado da exclusão dos sentimentos, aquele não consegue ou recusa-se a representar com sucesso o papel que lhe é destinado. Tal pessoa sofrerá de falta de segurança, de rebeldia desnecessária e de auto protecção excessiva. O desenvolvimento da personalidade sofre assim interferência em ambos os extremos; uma persona mal formada é tão limitadora quanto o seu oposto. Um relacionamento inadequado com o arquétipo da persona pode ir da fixação no seu aspecto puramente colectivo, até à incapacidade ou recusa rebelde de aceitar qualquer exigência ou adaptação colectiva.
Exemplos de sonhos que exprimem o primeiro estado são aqueles em que o indivíduo é incapaz de tirar suas roupas, ou fica preso dentro de uma armadura pesada, ou está vestido demais, ou está a usar uniformes espalhafatosos e decorados em excesso, ou tem uma pele demasiadamente dura e áspera. A condição oposta, a recusa do colectivo, poderia ser expressa nos sonhos em que a pessoa está completamente nua numa festa ou quando descobre repentinamente, ao andar na rua, que está a usar um vestido transparente, ou quando aparece numa recepção a usar trapos sujos, ou ainda quando é uma ostra sem a concha ou uma massa flácida de gelatina.
Se a persona se encontra “colada” de forma demasiado rígida, se falta à pessoa a capacidade de distinguir a pele individual da roupagem colectiva, ela encontra-se numa posição precária; é como se a pele não pudesse respirar. Doenças de pele reais podem até coincidir com essas dificuldades.
Conheci uma rapariga que apresentava uma séria erupção cutânea na face, que resistia a todas as tentativas de tratamento. No decorrer da análise (iniciada por uma razão completamente diferente), ela descobriu que tinha um sério problema de adaptação; segundo ela, ao candidatar se a um emprego, ocultava sempre o facto de ser judia, numa tentativa de salvar as aparências.
Era como se usasse continuamente uma máscara sobre o rosto. A reacção inconsciente a essa incapacidade de revelar o rosto expressava-se numa verdadeira erupção cutânea, que desapareceu quando ela se tornou capaz de expor, psicologicamente, o seu rosto.
A colectividade e a individualidade são um par de opostos polares; daí haver um relacionamento de oposição e de compensação entre a persona e a sombra. Quanto mais clara a persona, mais escura a sombra. Quanto mais a pessoa estiver identificada com o seu glorioso e maravilhoso papel social, quanto menos este for representado e reconhecido simplesmente como um papel, mais escura e negativa será, por ter sido negligenciada, a individualidade genuína da pessoa.
Por outro lado, a preocupação excessiva com a sombra, com o lado “mau” da pessoa – a preocupação excessiva com a aparência, com o quanto a pessoa é pouco atraente e desajeitada – pode acarretar uma persona bastante negativa, defensiva e infeliz. Essa persona negativa – isto é, inadaptada – encontrará expressão na inflexibilidade, na incerteza ou no comportamento primitivo e compulsivo.
Apesar de, à primeira vista, o ego se encontrar dentro e se manifestar através da persona, vimos que os dois não foram feitos para permanecer num estado de identidade. Somos actores no jogo social, mas também devemos participar de um outro jogo. Também fomos feitos para ser os nossos Si Mesmos individuais.

Edward C. Whitmont


Chegou o grande dia para o primeiro Presidente negro dos Estados Unidos da América.


Barack Obama toma hoje posse como 44.º Presidente dos Estados Unidos da América. As cerimónias vão decorrer em Washington e tudo leva a crer que deverá ser batido um recorde com quase meio século quando em 1963 um milhão e 200 mil pessoas estiveram no National Mall para assistir à tomada de posse de Lyndon Johnson.





Como as pessoas reagem aos conflitos



Em uma situação de conflito, cada grupo de pessoas tem os seus próprios interesses e objectivos. No entanto, a maneira como eles respondem aos conflitos também depende da importância dada por eles quanto a manter um relacionamento com o(s) outro(s) grupo(s) envolvido(s) e quanto poder eles acreditam que possuem. Quais são as várias maneiras como as pessoas reagem?


Retraindo-se Se as pessoas sentirem que os seus objectivos não são importantes e que também não é importante manter bons relacionamentos, elas podem reagir aos conflitos retraindo-se. Elas permanecem afastadas e param de conversar. Elas podem se retirar por acreditarem que o conflito não tem relação com elas. Por outro lado, elas podem sentir que o seu envolvimento não fará nenhuma diferença – elas se sentem incapazes, desamparadas, possivelmente inseguras e acham mais fácil evitar o conflito. No entanto, Gandhi e Martin Luther King tiveram muito êxito em expressar os seus pontos de vista ao afastarem-se dos conflitos.

Desistindo As pessoas desistem diante dos conflitos quando dão grande importância aos relacionamentos com outras pessoas e pouca importância aos seus próprios objectivos. Elas querem paz a qualquer custo. Ser aceito e estimado por outras pessoas é o principal. Isto pode funcionar especialmente quando se deseja manter um relacionamento importante. Os conflitos podem até desaparecerem, simplesmente devido a alguém ter mantido uma atitude amigável. No entanto, ao desistir, pode-se manter silêncio sobre as verdadeiras questões, as dores e sentimentos ruins não são expresssados. A distribuição de poderes dentro da comunidade pode fazer com que algumas pessoas tenham o hábito de desistir, talvez devido aos benefícios que os relacionamentos lhes podem trazer.

Forçando As pessoas que dominam os seus opositores têm pouca consideração pelos outros. Elas não dão muito valor aos relacionamentos com outras pessoas. Geralmente, elas não têm tanto poder como aparentam ter. ‘Vencer’ e ser visto como vencedor é parte do objectivo. Algumas pessoas forçam a aceitação dos seus objectivos porque estão acostumadas a estarem no comando, ou porque querem se proteger da dor causada por estarem erradas. Mas se alguém vencer pela força, outros estarão sendo ‘forçados’ a perder. O perdedor poderá afastar-se, recusar-se a cooperar ou até mesmo sabotar a decisão.

Entrando em acordo As pessoas entram em acordos se reconhecerem que não podem alcançar todos os seus objectivos. Elas negociam e chegam a um acordo, formando relacionamentos sem que custe muito para ambas as partes. Elas reconhecem a necessidade de ambas as partes ganharem algo, para que o resultado seja considerado ‘justo’. No entanto, às vezes todos podem achar que o resultado é insatisfatório: nenhuma das partes se compromete com a solução.

Cooperando Para aqueles que escolhem cooperar, os objectivos pessoais e os relacionamentos são importantes. Eles acreditam que as pessoas podem encontrar soluções novas e imaginativas para os conflitos, as quais fazem ambos os lados vencerem. Quando há um vencedor, deve também haver um perdedor? Quando grupos em conflito se sentam juntos para discutirem as suas necessidades (os seus objectivos), geralmente eles próprios reconhecem que as suas necessidades mudaram. Talvez eles não pensaram a longo prazo. Ou talvez eles perceberam que todos ganharam mais ao trabalharem como parceiros, ao invés de opositores.

Não há uma única reação certa. Cada reação depende das circunstâncias e relacionamentos em questão. No entanto, a cooperação geralmente é a reação mais promissora.
Adaptado de várias fontes pelos funcionários do CDRT.

Comunicação Interpessoal




A todos aqueles cuja liberdade de ser está no respeito, na escuta, na tolerância.


Comunicar-se relacionar-se, compartilhar: nada no mundo parece mais importante, mais essencial para a existência. Uma das aspirações mais profundas está em sentir-se ligado a um conjunto mais amplo, e nele, ser reconhecido, identificado.

Mas em nenhum lugar aprendemos a nos comunicar; isso não nos é ensinado na família, tampouco na escola.

O sistema escolar baseia sua comunicação numa dinâmica de pergunta-resposta em que o aluno se ver forçado a dar respostas decoradas. Durante quinze a vinte anos a maioria de nós é condicionada a responder de acordo com as expectativas do outro.

Assim, tornamos-nos deficientes, doentes no relacionamento.

Quando tomamos consciência de nossas falhas, precisamos de muito tempo para reaprender, reinventar meios concretos de ser melhor, de compartilhar melhor e de entender melhor o outro.

É necessário a cada um assumir a responsabilidade de melhorar a relação consigo mesmo e com o outro, temos que compreender mecanismos que regem a comunicação e as relações íntimas. Temos também que parar de acusar os outros pelo que não vai bem ou, por outro lado, de nos acusar e nos desqualificar.
Texto retirado do livro: O Segredo da comunicação Interpessoal

A Mulher Touro



Deusa da beleza e do amor, nasceu da espuma do mar, provida de todos os encantos. Acolhida pelas Horas que a fizeram sentar num carro e a transformaram ao Olimpo; ali os risos, as Graças e os jogos constituíram seu cortejo.



A mulher de Touro costuma ser tranqüila, calma, materialista e pouco afeita a demonstrações de emotividade. Poucas são as coisas que conseguem tira-la do sério, se ela é uma típica taurina. Somente uma boa provocação é capaz de fazer aflorar aquela taurina agressiva e violenta capaz de fazer um homem se arrepender por provoca-la! E este seu limite é bem amplo, é preciso muito para faze-la perder as estribeiras.

A taurina possui bastante confiança em seu próprio sexo para deixar que o homem escolhido seja o chefe. Caso ele não queira assumir o posto, ela não terá nenhuma dificuldade para assumir o comando, mesmo preferindo que não fosse assim.

No amor, ela espera que o parceiro retribua sua fidelidade e lealdade com devoção. Como ela é uma mulher que costuma ser fiel, alheia a namoricos e a aventuras amorosas, espera que o parceiro retribua na mesma moeda. Mas não se trata de ciúmes. A taurina não costuma ser ciumenta, pelo contrário, muitas vezes ela parece que nem consegue enxergar um palmo do nariz. Ela não vai fazer um escândalo por causa que o parceiro olhou para outra mulher ou fez alguns elogios. É preciso muito mais que isto para tira-la do sério. Mas, cuidado para não ultrapassar os limites e despertar o ódio de uma taurina! Deixa-la perder o auto-controle pode ser muito perigoso!
A elegância da taurina é algo que sempre vai surpreender os homens.
É aquela elegância genuinamente feminina, sem deixar de ser forte. A taurina não gosta de nada que é muito delicado ou cheio de flores. Ela não precisa disto para mostrar que é feminina. Elas possuem um talento nato para escolher as melhores roupas, aquelas que caem perfeitamente em seus corpos, como luvas. Somente se ela tiver um ascendente conflitante em sua carta natal, não será uma mulher elegante. Ela já nasce sabendo como combinar um sapato com um vestido, suas roupas quase nunca são decotadas ou muito chamativas, preferindo atrair os olhares muito mais pelo seu bom gosto, do que por sua sensualidade. Sim, a taurina esconde por trás de sua aparência tranqüila e seus modos educados, uma mulher sensual e ardente, como poucas.
Ao cruzar com alguém que não gosta, não arma um circo ou faz campanha para destruí-lo. Simplesmente o evita. A taurina tem uma capacidade imensa em demonstrar indiferença e frieza para com seus inimigos.
Elas, também não são muito afeitas a sonhos ou ilusões
Seus pés costumam ficar bem plantados no chão para se entregarem à fantasias. Elas são materialistas que acreditam mais no que vêem do que no que está para vir! Não espere que ela arrisque tudo em uma empreitada apenas porque todo mundo diz que é uma mina de ouro. Entre a certeza de guardar o que é seu, ou arriscar tudo para conseguir uma fortuna, ela fica com a primeira opção. Seu comportamento se baseia em seu senso lógico e pratico que não deixa muito espaço para apostas ou especulações. A taurina é lógica por natureza, do tipo que sempre procura a razão de tudo e sempre vai escolher o caminho mais curto porque é a coisa mais sensata á fazer.
Sabem por que é muito difícil ver uma taurina arrumando um vaso com flores artificiais? Por que suas flores devem ser verdadeiras, ter cheiro, cores e tudo mais. Se é para ter algo, elas nunca vão se contentar com uma cópia ou algo que sirva como substituto.
A mulher de touro é aquela que tem todos os sentidos aguçados
Ela se incomoda com o cheiro da fritura que sai da cozinha do restaurante e fica impaciente com o toque que o tecido de uma blusa possa causar em seu corpo. Se for para ouvir música, seus ouvidos darão preferência à acordes mais bem trabalhados. Com relação ao paladar, sua parte mais sensível, ela será exigente com a comida a ponto de reclamar do excesso de tempero ou criticar o chefe de cozinha. Por outro lado, raros são os taurinos (homens ou mulheres) que não são bons cozinheiros! Quanto a visão, ninguém melhor que ela para apreciar uma obra de arte, sentir-se maravilhada com a harmonia das cores ou perceber defeitos que ninguém consegue ver, igual a virginiana. A diferença é que ela não se sente muito incomodada com os erros alheios, costumando aceita-los da mesma forma que evita julgar as pessoas.
Seu ritmo de fazer as coisas quase sempre é lento e constante
Nunca apresse uma mulher de touro se não quiser deixa-la irritada. Ela odeia ter que correr para fazer as coisas ou apressar-se na escolha daquele vestido para ir ao mercado fazer compras. Impulsividade é uma palavra que não costuma fazer parte do seu dicionário.
Ela não é teimosa nem cabeça dura, como muitos possam pensar
Ela costuma levar mais tempo que as outras pessoas, pensando e refletindo sobre as coisas para qualquer argumento faze-la mudar de opinião! Na verdade, quando ela se recusa a creditar em algo esta querendo dizer: "Me convença!"
A taurina jamais é fresca ou mole.

É muito raro encontrar esta mulher choramingando ou se fazendo de coitada para conseguir alguma coisa! Ela é capaz de aceitar um emprego, onde trabalhe muito e ganhe pouco, só para ajudar o marido a vencer uma crise financeira. Elas não precisam do ombro de ninguém para chorar, pois são muito fortes para perder tempo com lamentos e tristezas. Esta mulher corajosa não teme o amanhã e não se deixa abater facilmente. Pode ser que ela chore escondida pelos cantos, quando ninguém estiver por perto, mas jamais deixara que sua dor fique aparente. Para definir uma taurina, a melhor palavra é fortaleza!

Queen




Salve Regina em latim

Salve, Regina, Mater misericordiae,
vita, dulcedo, et spes nostra, salve.
Ad te clamamus, exsules filii Hevae,
ad te suspiramus, gementes et
flentes in hac lacrimarum valle.

Eia, ergo, advocata nostra, illos
tuos misericordes oculos ad nos converte;
et Jesum, benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exilium ostende.
O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

Ora pro nobis sancta Dei Genetrix.
Ut digni efficiamur promissionibus Christi.


2009 -Energia Feminina em alta

O ano entra com Vênus, Lua e Neptuno juntinhos, acompanhados por Quiron, favorecendo a mulher, as imagens, ao cinema e a TV.
O ano de 2009 abre seus portais, com uma energia feminina muito grande. Essa energia também vem mesclada a um forte misticismo, desejo de liberdade e vontade de conhecer o novo. E assim, vemos que a Rede Globo escolheu muito bem, quando optou por uma Mulher pra escrever a próxima novela das oito, que além de muito inteligente e competente, está sempre antenada nos acontecimentos mundiais, trazendo sempre o novo de outras culturas mundo a fora.
Outra coisa animadora pra nós , é que essa configuração propícia, tanto a inspiração da autora por meio de sua mediunidade e intuição, na criação de belas cenas, como na gravação de lindas imagens com belas mulheres, para que possamos apreciar. Só temos que desejar muito sucesso a todo elenco, e a toda equipe da novela um ótimo trabalho. Parabéns a Glória Perez!


Inspiração Mediunidade e a Arte juntas
Não tenha duvidas que os maiores atores, que ganham maior destaque reconhecimento e sucesso tem uma fina mediunidade e é por isso que interpretam tão bem seus personagens. Mas, a ligação da mediunidade e da arte não acontece apenas na dramaturgia, mas, ela também trabalha pelas mãos do pintor que através do pincel libera ondas de magia, como as de um Mago com seu cajado pra colocar em pratica criações magicas. Um pintor famoso, mesmo que não pinte por meio da mediunidade reconhecida pela espiritualidade, é sim um médium, que escolhe as cores e padrões da sua obra por meio de inspiração. E assim também ocorre na música, no canto, na dança... etc! Enfim mediunidade e arte andam juntas.
Carlinhos Lima - Astrologo

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