Em algum lugar do passado



Em algum lugar do passado

Busco a esperança guardada

Para aliviar hoje, esta minha dor.

Em algum lugar do passado

Busco o poder do tempo

Para que me traga a razão

Para que eu volte a ter ilusão.


Em algum lugar do passado

Procuro o amor que deixei guardado

Os sonhos adormecidos

Para serem um dia, revividos.

Em algum lugar do passado

Busco a juventude,

A garra

A vontade de viver

Que no tempo se perdeu

Ainda bem,

Que em algum lugar do passado

Deixei tudo bem guardado

Para que um dia eu pudesse

Trazer de volta a semente

Plantar e fazer brotar o chão

Passagem presente para as glorias do futuro.
(Augusta Schimidt)



Os medicamentos que contêm gás clorofluorcarbono (CFC), como bombinhas para asma, não poderão ser mais produzidos ou importados a partir de 1º de janeiro de 2011. A determinação está na RDC 88/2008 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no diário oficial desta quarta-feira (26).

Os fabricantes desses medicamentos também deverão colocar, nas bulas e embalagens, o seguinte aviso: “ESTE MEDICAMENTO CONTÉM SUBSTÂNCIAS QUE AGRIDEM A CAMADA DE OZÔNIO E POR ISSO SERÁ SUBSTITUÍDO SUBSTITUÍDO .PROCURE SEU MÉDICO PARA ORIENTAÇÕES". A advertência deve ser incluída até 31 de julho de 2009.

Mercado

Na Anvisa, há 12 medicamentos registrados que utilizam o CFC como propelente (para dar impulso). Esses medicamentos são aerossóis utilizados em casos de asma e doenças pulmonares.O ozônio é um gás presente naturalmente em duas regiões da atmosfera: troposfera (entre 10 e 16 quilômetros da Terra) e estratosfera (entre 16 e 50 quilômetros da Terra). Cerca de 90% do gás está na estratosfera, também chamada de “camada de ozônio”.O início da destruição do ozônio estratosférico se dá por meio de emissão de gases que contenham cloro e flúor. Destruída, a camada de ozônio não absorve a radiação ultravioleta do sol, que é nociva à saúde. A radiação pode causar danos à visão, supressão do sistema imunológico e câncer de pele.

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa


"Nós Povos Indígenas de diversas Etnias, Povos de Terreiros, Comunidade de Pescadores Artesanais, Comunidades Quilombolas, reunidos no Encontro de Pesquisadores, Povos e Comunidades Tradicionais do Semi-Árido nos dias 08 a 12 de Dezembro de 2008 na UNEB – Universidade Estadual da Bahia em Paulo Afonso /BA, em parceria com diversos grupos, entidades, pastorais, ONGs, Movimentos Sociais, Estudantes, Professores, vimos através desta, reafirmar a nossa Identidade, nossa Resistência e nossos Direitos.



Vimos afirmar e reafirmar que a floresta, a água e a terra é a nossa vida. E tudo que tem na Natureza quando são destruídos, poluídos, desmatados, queimados ou derrubados é um espírito que desaparece, é um espírito que se enfraquece e é um espírito que morre. Quando desmatam nossas matas, os pássaros que trazem alegrias e encantos, desaparecem e junto deles todos os outros animais se entristecem.
Estão destruindo a Natureza, estão nos expulsando dos nossos territórios para fazer grandes obras, com isso, estão destruindo e matando nossos espíritos e junto com eles nós vamos se enfraquecendo e morrendo aos pouquinhos. É da terra que matamos nossa fome e da água que matamos nossa sede, por isso, temos que ter consciência de como tiramos o nosso sustento, para que a terra, a água e a floresta como bens preciosos possa dar todo tempo os seus frutos. É preciso zelar, cuidar da Natureza para garantir a sustentabilidade de toda a vida. É a Natureza o nosso bem maior, razão de nossa existência e vivemos em função dela."(...)



Nós Povos de Terreiros não cultuamos o diabólico. O Candomblé, a Umbanda é uma tradição antiga, é a religião da Natureza, os Orixás são os guardiões, defensores e protetores dessa Natureza e cada um exerce sua função. Esses fazem parte de nossa cultura. Por isso, conclamamos a todos a conhecer e respeitar nossos ritos, nossa cultura, nossas tradições.


Nós Pescadores Artesanais não somos preguiçosos, nem mentirosos como a sociedade nos acusa. Somos os guardiões das águas, artesãos da pesca artesanal, é nas águas que tiramos nosso sustento. Tiramos somente o que a Natureza nos permite para a sobrevivência das nossas famílias. Temos direitos aos nossos territórios pesqueiros e os direitos as condições adequadas da vida.


Nós Comunidades Quilombolas carregamos a herança de nossos antepassados que sofreram a escravidão. Reafirmamo-nos na resistência e na busca dos direitos fundamentais para continuar a viver. Conclamamos a todos a quebrarem as correntes do preconceito e da discriminação.


Nós Povos Indígenas, somos os primeiros desta terra. Temos os nossos rituais, nossa identidade, nosso jeito de viver. Precisamos continuar existindo na terra, é ela que nos sustenta, nos alimenta e nos dar força. Nosso lugar é o lugar da nossa existência. As matas, as águas e a terra é o lugar dos encantados de luz. Respeitem e deixe-nos em Paz!


Exigimos proteção às matas, a terra, os rios, nascentes e aos animais, para que a gente não se acabe. Conclamamos a Sociedade, Conclamamos os Governos que nos reconheçam e respeitem as nossas culturas e nossas diferenças. Respeitem nossos valores para continuarmos a existir.


Exigimos que seja feita uma profunda Revitalização do Rio São Francisco e do Semi-Árido brasileiro. Revitalização das nascentes, das aguadas, das terras de beira rio e da caatinga. Uma Revitalização dos seres humanos, para que o respeito a todos os Povos nos der condições de viver com alegria. Para tanto, precisamos de saneamento básico, moradia adequada, alimento saudável, acesso a saúde com qualidade, energia elétrica, água tratada, orientação técnica para nossos cultivos, tecnologias de convivência com o semi-árido (cisternas de captação de chuva, barramentos, poços, criação de pequenos animais, etc.), exigimos o repovoamento do rio com pescado nativo, ordenamento pesqueiro, água livres e acesso aos territórios pesqueiros. Queremos educação com qualidade e diferenciada para os diversos povos e comunidades com suas culturas e modos variados de vida e toda estrutura necessária para construção dos conhecimentos. Queremos também as condições para exercer nossa própria organização.



Mais que isso, queremos nossos Territórios Livres, demarcados, titularizados, reconhecidos para os Pescadores Artesanais, Quilombolas, Povos Indígenas, Povos de Terreiros e tantos outros. É o território o lugar de comunhão e reunião da comunidade para viver a religião, a festa, a organização, a resistência. É o lugar da terra e da água onde a vida se reproduz, é o lugar de nossa existência e de nossa afirmação identitária.
É a nossa afirmação identitária como Povo e Comunidade Tradicional que convidamos toda a sociedade a acabar com o preconceito, a discriminação, a perseguição e todas as formas de violência contra o Povo e a Natureza.
Somos todos doutores e doutoras. Uns tem os saberes dos livros, outros tem os saberes das águas, outros os saberes da terra, outros tem os saberes das tradições, dos ritos e das festas, outros os saberes dos encantos, da cura. Mas, nesta sabedoria de todos nós com respeito e dignidade e as diferenças, podemos compartilhar os conhecimentos e aprender juntos.
Nos orgulhamos de sermos o que somos. Somos felizes como somos. Nos faltam muitas coisas. Mas, temos o saber dos nossos antepassados, por isso, somos todos aprendizes do conhecimento para aprender a lutar a respeitar e ser respeitados. Somos todos e todas seres humanos e queremos viver em Paz!


SE A TERRA É NOSSA MÃE, A AGUA É NOSSO LEITE E NÓS SOMOS OS FILHOS DA TERRA!

Saudações, Axé, Nakea-Nakeô (Novo Reinado Chegou), Nguunzu, Auwê, Olorum Kosifió, Nzambi, Toondele, `Nkisi, Vodum, Amém. "


BA, 12/12/08









Reciclar é preciso


Cada vez mais se torna evidente a necessidade da preservação do meio que nos rodeia.No entanto as medidas que se têm vindo a tomar não têm sido suficientes para conscencializar a grande maioria das massas,sendo que para isso se tenha de tomar medidas que toquem cada pessoa de forma a que haja individualmente na presevação do nosso Planeta.


Reciclar é uma forma simples e ao alcançe de todos nos!!!

Cultura de Massa


Anestesia Mental

Na antiguidade, as expressões de ideais lógicos de análise social tinham valor. A seu conjunto, dava-se o nome de Cultura. Na sociedade moderna, isso se transformou em artifício de lucro.
Com o avanço industrial apoiado pela mídia, surge a cultura de massas. Um simples método de alienação. Por ser tão efêmera, foi criada, principalmente, para inferir no consumo acelerado de produtos.
A chegada do rádio, da TV, do cinema e da Internet, trouxe a cultura popular (das classes média e baixa) mesclada à cultura erudita (das classes altas). Essa “circularidade de idéias” difundida a todos os níveis sociais acentuou a decadência na capacidade de raciocínio humana.
No passado, a opinião do público pouco importava para o artista. Expor sua visão de mundo era seu objetivo único. Porém, a cultura de massas restringiu-se à dependência do agrado do “cliente”. É a chamada Indústria Cultural.
Se o indivíduo recebe as informações pré-definidas, não cabe a ele a necessidade de raciocinar certo assunto, tudo está pronto para ser consumido. Em vista disso pode-se dizer que sua personalidade fica perdida, ele deixa de “existir”. Essa doutrina cartesiana do “penso, logo existo” ilustra bem o que acontece.
Essa perda de concentração humana é simples de ser observada. Cotidianamente novelas, “Reality Shows” e programas sensacionalistas dão banho na programação televisiva brasileira. Esse precipício de horrores é comodidade para todos. Resumidamente, é uma anestesia mental.
Em suma, as características gerais da indústria de massa que surgiu com a mídia, se fundamentam no consumo e no lucro. A alienação da população leva a uma compulsiva batalha ao lado da efemeridade. Gerar cultura é algo impossível. Cada um possui uma específica dentro de si, basta encontrá-la e saber onde e como utilizá-la.


Sócrates


Diferenças entre Sócrates e os Sofistas:

1- O Sofista é um professor ambulante. Sócrates é alguém ligado aos destinos de sua cidade;

2-O Sofista cobra para ensinar. Sócrates vive sua vida e essa confunde-se com a vida filosófica: 'Filosofar não é profissão, é atividade do homem livre';

3- O Sofista 'sabe tudo', e transmite um saber pronto, sem crítica (que Platão identifica como uma mercadoria, que o sofista exibe e vende). Sócrates diz nada saber e, colocando-se no nível do seu interlocutor, dirige uma aventura dialética em busca da verdade, que está no interior de cada um;

4- O Sofista faz retórica. Sócrates faz dialética. Na retórica o ouvinte é levado por uma enxurrada de palavras que, se adequadamente compostas, persuadem sem transmitir conhecimento algum. Na dialética, que opera por perguntas e respostas, a pesquisa procede passo a passo, e não é possível ir adiante sem deixar esclarecido o que ficou para trás;

5- O Sofista refuta por refutar, para ganhar a disputa verbal. Sócrates refuta para purificar a alma de sua ignorância.
( Cristina G. Machado de Oliveira - Profª Mestra em Filosofia - 1975/** )

Paulo Afonso-BA


Paulo Afonso
A cidade é conhecida por causa das belezas e encantos naturais que são proporcionados aos visitantes, as festas tradicionais como a Copa de Vela e sem contar com o pioneirismo da cidade em relação à geração de energia no nordeste. Tudo começou com Delmiro Gouveia, um cearense que fez fortuna no sertão alagoano, e que apenas com meios próprios construiu a primeira usina do nordeste: a Usina de Angiquinho, com maquinário trazido da Europa.
A usina tinha como propósito abastecer uma futura indústria têxtil que Delmiro planejava trazer para a Cidade de Pedra, e que hoje se chama Delmiro Gouveia em homenagem a ele. Angiquinho é hoje uma usina que encanta quem a visita, seja pela antiguidade do que ainda resta dela, seja pela beleza do local.
A usina é um exemplo de força e determinação do sertanejo que, apesar das dificuldades tecnológicas da época, mesmo assim construiram uma casa de máquinas em pleno paredão rochoso do cânion do Rio São Francisco..


(Se Jesus disse que somos deuses, porque não dizermos que somos sábios).

Antigamente, a fé exibia nos tempos as vísceras fumegantes dos animais mortos, quando não imolava o sangue humano para aliciar a simpatia dos gênios inferiores categorizados à conta de anjo e deuses , nos santuários primitivistas. Vejam como era o procedimento de antigamente, a imolação estava presente em quase todos os atos, mas nós nos preocupamos com a violência de hoje, porque ainda não nos conscientizamos da importância que temos perante o Pai Maior. Vejam como uma palavra é forte: imolar (Deriva do latim immolare que tem como sinonímias matar em sacrifício; sacrificar, matar como vingança ou desforra, assassinar, matar, causar dano a; prejudicar, oferecer em sacrifício; sacrificar, abrir mão de algo, ou perdê-lo em troca de outra coisa; sacrificar, realizar sacrifício, sacrificar-se e prejudicar-se. Pelo exposto de lá para cá mudou alguma coisa em termos de comportamento humano)?


p.s: A conscientização do dever o homem tem, o difícil é aplicar.

Yemanjá




Vós que governas as águas, derramai por sobre a humanidade a vossa proteção, fazendo assim, ó divina mãe, uma descarga em seus corpos materiais limpando suas auras e incutindo em seus corações o respeito e a veneração devida a essa força da natureza que simbolizas.
Fluidificai nosso espírito e descarregai nossa matéria de todas as impurezas que hajam adquirido.
Permiti que vossas falanges nos protejam e amparem, assim o fazendo com toda a humanidade, nossa irmã.
Faça isso por nós, minha querida mãezinha.

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