Jesus Virá de Novo


Até aqui temos posto nossos pensamentos na Palavra para podermos orar com Jesus nos ensinou. Tendo Jesus dentro de nós, podemos pedir que em nome do Pai e a vontade de seu reino sejam glorificados em nossas vidas. Podemos orar ao bom Deus que nos dê o pão nosso de cada dia, que perdoe nossos pecados e nos livre do mal. Mas termina aqui nossa súplica? Não. No final de sua oração Jesus nos ensinou como pensar quanto ao mundo futuro. Vejamos esses pontos.

O Reino, o Poder e a Glória

"Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre."
O significado desse versículo, Mateus 6:13, é que o reino, o poder e a glória deste mundo _ passado, presente e futuro_ pertencem a Deus. O governate supremo de todas as coisas é o Pai. O rei Davi, o mais corajoso e o maior dentre os reis de Judá, louvava ao Senhor paralelamente a estas linhas quando transferiu seu trono para o Salomão, confiando-lhe a tarefa de contruir o templo de Deus.

Tua, Senhor, é a grandeza, o poder, a honra, a vitória e a magestade; o porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, Senhor, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engradecer e a tudo dar força (1 Crônicas 10:11,12).

Deus retém toda a autoridade em suas mãos hoje, e tomará para si próprio no último dia para edificar o seu reino, a saber, o novo céu e a nova terra. Consequentemente, quando oramos "pois teu reino, o poder e a glória, para sempre", devemos retratar o novo céu e a nova terra que serão criados pelo soberano poder divino. É especialmente importante sabermos com precisão o que acontecerá nos últimos dias a fim de podermos orar e viver de acordo com a vontade de Deus, visto que sua vinda está próxima.

Quando Jesus olhava para o templo de Jerusalém, seus discípulos lhe perguntaram: "E que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século?" (Mateus 24:4-6).
Ele prosseguiu dizendo que haverá pertubação mundial e que a perseguição virá sobre aqueles  que crêem nele. Haverá fomes e tremores de terra. O evangelho será pregado em todo o mundo para testemunho e todas as nações. Então virá o fim.

Dois mil anos já se passaram desde que os discípulos fizeram a Jesus essa pergunta no Monte das Oliveiras. Tanto a história como a experiência indicam que todos esses sinais profetizados dos últimos estão-se desenrolando. Mais falsos profetas têm surgido do que em qualquer outra época da história. Perseguem a igreja, o corpo de Cristo, e a tentam enganar. Guerras, perseguições e terremotos têm inrrompido, e o evangelho de Jesus Cristo esta sendo pregado em todas as nações do mundo. O fim, a que nosso Senhor se referiu em sua profecia, está 2.000 anos mais próximo do que quando os discípulos viviam. E agora ainda podemos fazer a mesma pergunta a Jesus: Senhor, "e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século?"
A Bíblia revela o que acontecerá nos últimos dias, e qual o plano para o fim do mundo.





Mas livra-nos do mal


Ninguém pode negar o fato de que o bem e o mal existem. Mas quando Adão e Eva viviam no Jardim de Éden, conheciam somente o amor eterno, a obediência e a comunhão espiritual. Porém, quando desobedeceram a Deus, o mal e sua força inundaram este mundo.

A despeito de leis e penalidades severas, o mal tem-se multiplicado como uma epidemia. Mas o que ou quem está no centro desse mal?
O sexto ponto que Jesus ensinou em sua oração foi: "livra-nos do mal". O original grego correspondente a esta passagem sifnifica "livrar-nos da mão do iníquio", e o iníquio refere-se ao diabo ou Satanás. Examinemos sua origem, suas atividades e como devemos resistir a ele.

A origem do iníquio

Repetidamente as pessoas perguntam: "Porque Deus criou o diabo e lhe permitiu causar dano ao mundo?" Mas ele não criou o Maligno.
A Bílbia diz que o primeiro estado não era o mal. O Senhor o criou como um arcanjo, a partir dos querubins. Ele tinha a mais elevada posição no céu; era responsável por guardar a Santidade de Deus. Porém, quando o orgulho o incitou a tentar usurpar a autoridade divina, ele caiu e se trasnformou no iníquio Satanás. Eis o que diz a bílbia a respeito de Lúcifer, antes de ele cair e torna-se Satanás.

Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras preciosas te cobrias: o sárdio, o topázio, o diamante, o berilo, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo e a esmeralda; de ouro se te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que fostes criado foram eles preparados.Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas (Ezequiel 28:13,14).

Este trecho bíblico mostra que no princípio, quando Deus criou os céus e a terra, o planeta era ocupado por Satanás. A terra na qual agora habitamos não é a original criada pelo Senhor em Gênesis 1:1.
Ela existiu milhões de anos antes que o homem aparecesse. E o arcanjo que tomava conta desta terra era Lúcifer.
Antes da queda, Lúcifer governava este planeta de acordo com a vontade de Deus. Louvava ao Senhor com belos cânticos e rendia-lhe glória. Mas assim que o orgulho surgiu no seu coração, levando-se a rebelar-se contra Deus, o Senhor o expulsou do antigo Éden e proferiu um horrível juízo sobre ele. A velha terra tornou-se sem forma e vazia, e as terras cobriam a face do abismo. Lúcifer passou a ser Satanás e tomou o poder dos ares.
A assertiva de antropólogos de que a origem da vida animal sobre a terra remonta a bilhões de anos (baseados nas datações de fósseis ou ossos cavados) não está em conflito com o registro bílbico. Naquela primeira terra, naquele primeiro Éden onde Lúcifer governava, havia montanhas e correntes, vegetais e árvores. Alguns teólogos sustentam que ahvia também seres humanos. Mas por causa da queda de Lúcifer, Deus promoveu um temível juízo sobre a terra, o qual causou desordem. Todas as montanhas, correntes, plantas e árvores foram sepultadas, e fósseis e o petróleo são os restos de animais de viviam neste primeiro Éden.

As obras de Satanás e de seus seguidores

Satanás e os que o seguem influenciam malignamente tanto na esfera individual, como na estadual e internacional; podem incitar e incitam um indivíduo ou uma nação a rebelar-se contra Deus; cativam uma pessoa com o ateísmo; levam o indivíduo á depravação moral e à destruição econômica. Jesus disse: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir" (João 10:10). Examinemos na Bílbia a obra de Satanás e seus seguidores.

Espíritos Imundos;

Espíritos Maus;

Espíritos Mentirosos e Enganadores;

Espíritos de Adivinhação;

Espíritos que causam doenças físicas.


Deus é nosso pai. Somos filhos do Todo-poderoso.Como os filhos pedem fervorosamente ajuda e proteção no perigo, podemos orar a Deus para que ele não nos deixe cair em tentação.
Mas antes de orarmos assim, devemos entender corretamente o sentido da palavra tentação empregada por Jesus. Deseja o Senhor livrar-nos dela? Ele pode fazê-lo? Que podemos realizar afim de não cairmos em tentação?
Não se ouve com demasia frequencia a palavra tentação nos circulos não-evangélicos. Mas, com frequencia os cristãos dizem coisas assim: "O diácono fulano detal caiu em tentação." "Venci a tentação". "Ore para que você não caia em tentação".

Quase todos nós usamos essa palavra sem entender o seu profundo significado. O que ela significa? Há duas palavras gregas assim traduzidas. Uma, dokimadzo, refere-se á prova a que Deus nos submete afim de nos trazer maiores bênçãos, aprovando-nos e reconhecendo-nos.
Se nos esforçarmos para levar vida vitoriosas, Deus nos proverá com dokimadzo. Ele deseja experimentar-nos a fim de nos recompensar com coisas boas, nos reconhecer e qualificar para maiores bençãos, ou afim de nos fazer-nos mais úteis a ele. Submeter um boi á prova afim de saber se se trata de um boi bom é o teste de dokimadzo. O diabo nunca nos submete a este teste que prova nossa qualificação para uma recompensa. Não é este o significado de tentação que analisaremos aqui em termos da oração do Senhor.

A outra palavra grega refere-se à tentação acompanhada de prova, sofrimento e tribulação. Às vezes esse tipo de tentação, peiradzo, provém de Deus e às vezes de Satanás. Examinemos os diferentes motivos envolvidos.
A palavra que Jesus empregou em "não deixes cair em tentação" refere-se àquela que rouba, mata e destrói os que caem nela. Poucos que passaram por esta tentação permanecem em boas condições.

A vontade de Deus é que não caiamos na tentação que nos poderia destruir através de sofrimento, lutas e provações. A ordem de Cristo de que devemos orar para não cairmos em tentação revela a vontade de nosso Pai amoroso de ouvir nossa súplica. Ao orarmos para não cair em tentação, devemos crer que mediante esse pedido a mão estendida do Todo-poderoso nos livrará das ciladas do diabo.

Provação, sofrimento e tribulação que Deus permite

Há ocasiões em que o Senhor nos faz passar por provas, sofrimentos e tribulação a fim de determinar a nossa fidelidade. Se dissermos: "Senhor, Senhor" com os lábios, mas estivermos vivendo mentiras, ele permitirá que passemos pela tentação a fim de poder distinguir nossa veracidade.
Enquanto os filhos de Israel peregrinaram no deserto durante quarenta anos, Deus os provou. Embora com os lábios dissessem Senhor, seus corações estavam longe de Deus. Quando as coisas iam bem, louvavam a Deus, mas quando as circunstâncias iam mal, davam-lhe as costas. Por causa dessa tendência, Deus provou os filhos de Israel para saber se confiavam sinceramente nele ou não. Consequentemente, todas as pessoas que saíram do Egito, com exceção de Josué e Calebe, morreram no deserto. Embora tenham chegado ao lugar de onde podiam ver Canaã, a terra que manava leite e mel, não puderam entrar nela.

O Senhor também tentou a Abraão com uma prova de sua obediência. Disse ao patriarca que levasse Isaque, seu único filho, a uma montanha na terra de Moriá e o oferecesse em holocausto. Isaque nasceu na velhice do antigo habitante de Ur e nenhuma prova poderia ser mais severa do que este pedido. Uma tempestade levantou-se no íntimo de Abraão. O desespero inundou-o.

Por que Deus submeteu o patriarca a uma prova tão grande de peiradzo, fazendo-o passar por sofrimento e tribulação? Porque Abraão se inclinava a amar Isaque mais do que ao Senhor. Vendo que o patriarca corria o perigo de trai-lo e desobedecer-lhe, Deus resolveu testá-lo. Abraão passou com êxito na prova que deveria determinar se era obediente ou não. Em observância à ordem divina, o antigo testamento de ur levou seu único filho à montanha, amarrou-o e o colocou sobre uma pilha de lenha. Pode você imaginar a dor e a angústia que Abraão deve ter sentido como pai ao levantar o cutelo para matar Isaque?
Vendo a verdadeira obediência do seu servo, Deus o livrou da aflição, e disse: "Deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar"(Gênesis 22:17).

Naturalmente, teria sido muito melhor para o patriarca se não tivesse que passar por tal provação. Foi experimentado com peizadzo porque amava a Isaque mais do que a Deus, mas passou pela provação com êxito por causa da fé, e portanto recebeu a bêncão. O senhor nos isenta deste tipo de prova se formos sinceramente fiéis a ele. E devemos orar para que sejamos fiéis ao ponto de não passar por esse tipo de teste.
Se amarmos mais ao mundo do que a Deus, eles nos fará passar por prova, sofrimento e tribulação. Toda vez que orarmos: "Senhor, não nos deixe cair em tentação", deveríamos examinar a nós mesmos com a pergunta: "Senhor, estou vivendo uma vida obediente na tua presença?"


Pai nosso (Espanhol):

                       


Nós que nos tornamos filhos de Deus pelo sangue imaculado de Jesus Cristo, devemos orar a ele agora para que nos perdoa os pecados. Quando o reino de Deus vem ao nosso coração e sua vontade está presente em nossa vida, a graça perdoadora e o poder divino deveriam naturalmente vir sobre nós. Na oração que Jesus ensinou aos discípulos _ e a nós _ ele disse que devíamos pedir intrepidamente e com segurança o pão nosso de cada dia, o perdão de pecados e a proteção contra a tentação ou mal.

Como ficou declarado anteriormente, devemos orar alinhados com a mente de Deus. E qual é o pensamento dele concernente ao pecado?

Somos pecadores e merecemos a morte

A palavra grega para pecado significa "errar o alvo" _ como uma seta podia errar o seu alvo. A fim de dar glória ao Senhor a agradar-lhe, o homem deveria ter vivido em obediência e fé. Era este o alvo ou objetivo da vida humana. Enganados por Satanás, porém Adã e Eva tomaram e comeram o fruto do conhecimento. Violaram o ordem divina:" Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque no dia em que dela comeres morrerás (Gênesis 2:17). Como obstinada expressão de sua desobediência e incredulidade, esta ação significou que o comportamento deles havia errado o alvo da vida e era pecado diante de Deus. Como resultado, Adão e Eva sentiram vergonha e culpa. Satanás ganhou o legítimo direito de acusar, governar e roubar a humanidade. "Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio" (1 João 3:8).

Adão e Eva, e com eles toda a sua posteridade, caíram na escravidão de Satanás. O pecado entrou no mundo pela ofensa de um homem, Adão, e todos se tornaram pecadores. "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram" (Romanos 5:12). Como consequencia do pecado, eles  tinham de morrer. "Porque o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23). A palavra morte no grego é thanatos, que significa "estar separado".

Tão logo a morte entrou na sociedade humana pelo pecado, interrompeu-se o diálogo com Deus. Tão logo o pecado separou o homem de Deus, a fonte de vida, o homem morreu. Tão logo o pecado separou o ser humano das outras criaturas antes sujeitas ao homem, tudo saiu errado. Tão logo o Senhor retirou sua mão protetora, as doenças entraram no corpo humano. Além do mais, o fogo inextinguível do inferno está à espera de todos os que não vierem a Jesus para pedir  e receber o perdão dos pecados.

A resposta Divina: Jesus Cristo

Deus permitiu que Jesus Cristo, seu Filho sem pecado, assumisse a forma humana e morresse em lugar do homem. "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna! ( João 3:16).

Como nós temos perdoados aos nossos devedores

Quando as pessoas vivem juntas, inevitavelmente o pecado entra em seus relacionamentos. Todo mundo tem personalidade e traços de caratér negativos: ego, orgulho, ciúme. ambição. Onde quer que as pessoas se reúnam, as diferenças de caratér e de personalidades tornan-se evidentes e causam tensão e dor. À medida que o tempo passa, o remorso pelo passado se torna ódio no presente, e foi dessa maneira que este mundo se encheu de inveja, ciúme, calamidade e assassínio. "Mas os perversos são como mar agitado, que não se pode aquietar, cujas águas lançam de si lama e lodo. Para os perversos, diz o meu Deus, não há paz" (Isaías 57:20,21).

como podemos viver em paz e harmonia com outras pessoas. esquecer os antigos rancores e aceitar a cura de Deus? Com o progresso de conhecimento, temos inventado todo o tipo de comodidades. Há, porém, um campo que não tem, absolutamente, visto nenhum progresso. A despeito de nosso destino comunitário, o homem parece decidido a fabricar armas que firam e matem os outros.

Não há ninguém que possa resolver este problema de inimizade e ódio senão Jesus Cristo. Ele nos perdoou e insiste em que oremos: "Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores." É interessante que imediatamente depois de haver terminado esta oração ensinada aos discípulos, Jesus volte ao assunto do perdão. Mateus 6:14,15 prossegue, dizendo: "Porque se perdoares aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas."


 Pai nosso (Grego):

                     



Dá-nos hoje

 Orar pelas necessidades de cada dia

Que atitudes deveríamos assentar em nossa mente quando pedimos o pão nosso de cada dia?
em primeiro lugar, devemos estabelecer uma clara distinção entre o que devemos pedir mais tarde. Pelo fato de a humanidade às vezes ter invertido a ordem correta, pedindo primeiro aquilo que deveria ser pedido depois, e pedindo depois aquilo que deveria ser pedido primeiro, tudo sai errado. A Bìlbia diz: "Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecestes, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que preceder da boca do Senhor, disso viverá o homem (Deuteronômio 8:3).

Deus às vezes permite que passemos por caminhos de dificuldade e fome afim de ensinar-mos uma lição: que não vivemos só de pão. Nossas almas e nossas necessides espirituais devem ter prioridade máxima. Quando recebemos a palavra de Deus e nela vivemos, o Senhor libera as coisas materiais que preparou para nós. Era isto que jesus tinha em mente quando disse: "Buscai, pois em primero lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:33).

Servir a Deus deve ser nossa principal ocupação. Se ela prospera, todas as ocupações secundárias estão sujeitas ao sucesso. quando aceitamos ocupações secundárias como nossa principal ocupação, Deus nos ensina com açoites afim de recolora-nos na trilha certa. Portanto, quando oramos por nossas necessidades cotidianas, devemos oedir com a dévida prioridade, colocando primeiro as primeiras coisas e em último as últimas coisas.

Em segundo lugar, devemos dar provas de que não servimos o ouro como um ídolo. Como podemos demostrar que não amamos o dinheiro mais do que a Deus? Obedecendo ao seu mandamento de dar dízimo.

Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exercícitos, se eu não vós abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós benção sem medida. Por vossa causa repreendei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor do Exercítos (Malaquias 3:10,11).

***

"Senhor Jesus, exatamente nessa  terceira hora da madrugada, venho pedir-te perdão por minhas falhas que são muitas, perdão por meus pecados, perdão Senhor e peço-te proteção pela minha vida e a dos meus familiares, perdoe Senhor meus inimigos (principalmente os que zombam dos meus objetivos nobres) e os abençoe, quero agradecer a oportunidade de estar viva, e por todas as bençãos em minha vida. E tudo que venho a pedir é em nome do Senhor Jesus. Amém! (Simone Ramos)."



Pai nosso (Aramaico e Hebraico):

                        

Venha o teu reino


O reino dos céus em nossos corações

Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino divino, Jesus respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro de vós. (Lucas 17:20, 21)

Repetidamente Jesus pregou as boas novas do reino dos céus. Tinha como próposito ensinar ao povo sobre esse reino, e faze-los cidadãos dele. Então, certo dia, os fariseus lhe perguntaram quando o reino de Deus estaria estabelecido. Eles ainda alimentavam uma falsa expectativa de que o reino viria a eles na forma de uma nação deste mundo. Mas Jesus lhes disse: "O reino de Deus está dentro de vós."

Quando em  nossos corações aceitamos Jesus como Salvador, e o confessamos com a nossa boca, o Espírito implanta uma certeza dentro de nós. Passa a habitar em nossos corpos fazendo-nos templos seus, e a apartir desse momento estamos sob o governo do nosso Pai. Este lugar interior onde o Senhor governa e reina é mesmo em que está assentado o reino divino.

Somos novas criaturas: "E assim, se alguém esta em cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fazem novas" (2 conrítios 5:17). Diversas vezes Jesus comparou o reino de Deus ao processo pelo qual as sementes se transformam em plantas. Quando o reino do céus vem ao nosso coração, começa a crescer através de nossos pensamentos. Portanto, nossa fé e pensamentos devem crescer até chegarem a fé e aos pensamentos de Deus. Tal crescimento deve continuar até nos encontrarmos Jesus face a face.

Diz a Bíblia: "Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Efésios3:20). Se nossos pensamentos alcançam os pensamentos divinos, podemos vermos realizando coisas. Todos os dias podemos viver vidas vitoriosas, destruindo Satanás; pois Deus, que está dentro de nós é maior que Satanás que tem o poder dos ares do mundo (João 4:4).

Pai nosso em Inglês:




O que é oração?

Em poucas palavras, é um diálogo com Deus no qual nos enxertamos nele. Se vamos orar efetivamente, devemos condicionar nossos pensamentos e atitudes aos seus correspondentes divinos. Nossos pensamentos retos, sejam ou não realmente expressos em palavras, constituem uma oferta agradável a ele. Mas, de que maneira podemos julgá-los aos olhos divinos? Nosso padrão de medida é a sua palavra.

O criador registrou seus pensamentos na Bílbia. Quando a lemos com o coração aberto, ajustando os pensamentos à palavra e depositando em Deus a nossa confiança, ele responde à oração conforme sua boa vontade.

Jesus deu-nos esta maneira de pedir-lhe como o mais importante resumo da Palavra. Ele indica qual a maneira reta de pensar que devemos implantar no coração: Deus se torna nosso pai. Seu reino vem ao nosso coração, à nossa vida e a este mundo. Deus satisfaz todas as nossas necessidades diárias. Ele nos livra do mal e não nos deixa cair em tentação. Perdoa nossos pecados e nos livra do mal.

Jesus orou o que se tornou conhecido como " a oração do Senhor", em resposta ao pedido dos discípulos que desejavam receber uma lição sobre a maneira de orar, e os pontos que Jesus abrangeu são significativos como modelo para nossos próprios pensamentos em relação a Deus.

Logo no ínicio, Jesus ensinou com clareza os fundamentos da atitude própria que deveríamos ter para com Deus: "Pai nosso que estás no céus". O Pai é aquele a quem podemos confiar, por intermédio dos nossos pensamentos retos, o mais ardente desejo do nosso coração. Somente ele pode ouvir a nossa oração e dar-lhe resposta. Deus está à espera de que tenhamos os seus próprios pensamentos.

Orando com Jesus
(Paul Yonggi Cho)

Pai nosso em aramaico:






A personalidade do Diabo

Devil:


Os adeptos da teologia tentam não reconhecer a presença do diabo como alguém que possua personalidade. Atribuem a existência do mal à estrutura social, à má política e à distribuição desigual da riqueza. Esta maneira de pensar está longe dos ensinos bíblicos. Se a argumentação dessas pessoas fossem verdadeiras, porque a taxa de suicídios aumenta anualmente e a lascívia e a dissipação prevalecem nos países escandinavos possuidores de boas estruturas sociais? Que dizer dos países comunistas que alegam ter distribuição igual, ou dos Estados Unidos que se vangloriam da riqueza material?

O mal prevalece na terra não por causa de maus sistemas sociais nem de distribuição injusta, mas porque o diabo, a fonte de todo mal, existe. Onde quer que ele esteja, os efeitos de sua presença podem ser identificados sob muitos disfarces.

No antigo testamento, adão caiu por intriga do diabo. Na sua mão, Jó caiu na cova da miséria, e Davi foi extremamente tentado. No Novo Testamento, o diabo tentou Jesus; entrou no coração de Judas Iscariotes, levando-o a trair o Senhor. Os apostolós Pedro, Paulo e Tiago advertiram-nos repetidamente contra a obra do diabo.

"Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhes firme na fé, certo de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo" (1 pedro 5: 8,9).

"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim contra principados e postertades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contras as forças espirituais do mal, nas regiões celestes"
(Efésios 6:12). "Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tiago 4:7).

Até aqui vimos a obra do diabo e de seus seguidores. Mas este conhecimento não é tudo o de que necessitamos. Temos que resisti aos ataques dos inimigos e de seus auxiliares, que incessantemente buscam nossa vida. Devemos expulsar o diabo, se ele estiver causando pertubação em nosso ambiente e em nossa família.

Orando com Jesus
(Paul Yonggi Cho)



Quem ganhou e quem perdeu?

Naquele 7 de abril do ano 30, aos olhos dos discípulos tudo parecia perdido. Judas traíra Jesus, Jesus fora preso, torturado, sulmariamente julgado e condenado a morrer entre dois ladrões.
Pilatos o entregara aos inimigos, mesmo garantindo que não o achava culpado. Herodes o devolvera a Pilatos pela mesma razão. Não havia crime configurado. Mas Anás e Caifás e os do grupo do poder que, desde o primeiro ano de sua pregação, o juraram de morte, estavam satisfeitos. Haviam vencido. Livraram Israel de um herege, um blasfemo, um profeta incômodo que desobedecia às leis do judaismo e levara o povo para seu lado. Escaparam, também, de um possível desastre para Israel, que poderia ter sido esmagado pelos romanos, caso Jesus tivesse ido mais longe. E havia ido longe demais.

Vinte séculos depois é bem mais fácil avaliar o resultado daqueles fatos. Pilatos é apenas mencionado como um político frágil que se deixou manipular. Nada mais se sabe dele. Não preocupa os estudiosos. Herodes é mais conhecido por sua devassidão do que por alguma realização humanitária. Anás e Caifás também não passam de personagens curiosos e estranhos a um século como o nosso. Não se sabe nem o nome nem nada a respeito de todos aqueles que tentaram _ e conseguiram _ matar Jesus. Mas Jesus continua conhecido, amado, adorado, questionado, perseguido em muitos países que optaram pelo ateísmo ou por outras religiões. Indiferente a ele, o mundo não ficou.

Vinte séculos depois, num mundo de mais de quatro bilhões de pessoas, cerca de um bilhão acredita nele e pelo menos outro bilhão o vê como um homem de bem que merece destaque na História do Mundo.

Seus seguidores ainda não conseguiram realizar o seu projeto de um reino de irmãos a que ele chamava de Reino dos Céus. Por culpa deles mesmo, muitas vezes o projeto de Jesus foi deturpado. Milhões deles traíram as idéias de Jesus, fazendo exatamente o oposto de tudo de tudo que ele queria para a humanidade. Em nome dele cometeram-se atrocidades incríveis, que ele jamais teria aprovado. Em nome dele criaram-se costumes e leis que certamente condenaria. Em nome dele muita gente viveu no luxo e no jogo do poder e da injustiça, coisas que ele sempre condenou como indignas do homem.

Mas sempre houve os Antônio de Lisboa e Pádua, os Francisco, os João Crisostómo, os João de Deus, as Isabel, as Tereza de Calcutá, os Charles de Foucauld, os Vicente de Paulo, os Camilo de Lellis, e milhares de homens, mulheres, jovens, velhos e crianças que acreditaram de fato na sua mensagem e na sua vida e fizeram a opção preferencial pelos pobres sofredores, pelos jovens, pelos marginalizados, pelas pessoas indefesas...

Ditadores, reis, sistemas políticos e econômicos que vieram depois dele continuam tentando unir os povos, ou subjulgá-los. Buscam a todo custo caminhos de justiça e de igualdade. O planeta esta todo minado de ogivas nucleares e bombas poderosíssimas que, em questão de minutos, reduzirão a terra a um monte de cinzas, se algum dia algum governante louco ou desesparado apertar os fatídicos botões da morte.

O mundo de hoje, aparentemente, não precisa dos conselhos dele. Os que mandam no planeta jamais o consultam e duvidam da eficácia dos seus métodos e a maioria dos bilhões que o admiram e seguem, conhecem-no apenas superficialmente. Os que realmente vivem como Jesus viveu e pensam como Jesus pensou são poucos.

Quem ganhou e quem perdeu?

Os que rezam pela cartilha de Marx, Stálin, Lênin ou outros próceres do comunismo, garantem que Jesus foi útil a humanidade até há algumas décadas atrás, mas que agora Jesus é coisa do passado. 
Os que rezam pela cartilha do capitalismo insistem que Jesus não faz diferença para eles, porque nunca precisaram dele para viver como vivem...A utopia de Jesus é bonita, mas não funciona...

O futuro dirá se Jesus veio apenas para  durar vinte séculos ou se veio para reeducar o homem nos caminhos da fraternidade, para todo o sempre.

 Enquanto isso os que de fato acreditam têm uma gigantesca tarefa pela frente: provar ao mundo que o projeto de Jesus é o único que tem alguma chance de libertar a humanidade da fome, da miséria, do ódio e da violência.

José Fernandes de Oliveira
(Pe. Zezinho, SCJ)

***

Uma música que gosto de ouvir e me emociona:
     
   


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