O mistério do Câncer


Este vídeo contém impressionantes revelações sobre as causas primeiras do câncer e acerca de coisas de que nem se suspeitava até a presente data.


Iniciativa permite ao usuário contar a própria história, formar círculo de amizades virtuais e participar de discussões



Site "I Had Cancer" permite aos usuários formarem um
círculo de amigos virtuais para compartilhar as próprias experiências.

Portadores de câncer contam há poucos dias com o site "I Had Cancer", uma nova rede social criada para compartilhar experiências sobre a doença, informa nessa terça-feira (9) a página "CNET".

Essa rede social, criada oficialmente no dia 27 de julho passado, permite aos usuários contar sua história, formar um círculo de amizades virtuais, participar de discussões e até escrever mensagens destinadas ao tumor, em uma seção denominada "Querido câncer".
Os promotores dessa rede social trabalham para desenvolver aplicativos que buscam promover a realização de eventos beneficentes e pôr ao alcance de ONGs novas formas de destinar seus recursos.

"Tinha médicos maravilhosos e muito apoio de minha família e amigos, mas faltava a conexão com alguém que compartilhasse a mesma experiência", disse a fundadora da rede social, Mailet López, de 33 anos, que foi diagnosticada em 2008 com câncer de mama.



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Os usuários podem usar a rede social para encontrar pessoas que tenham passado pela mesma situação, através de um sistema de busca por localização, gênero, idade, tipo de câncer e tratamento.

Fonte: EFE



O que astronomia e medicina têm em comum? Aparentemente, a possível cura para uma das piores doenças que já existiram.




Astrônomos fizeram uma descoberta no estudo de estrelas e buracos negros que pode levar a tratamentos mais seguros e efetivos de câncer no futuro.



Os cientistas notaram que metais pesados emitem elétrons de baixa energia quando expostos a raios-X com energias específicas.



Isso levanta a possibilidade de que implantes feitos de ouro ou platina poderiam permitir aos médicos destruir tumores com elétrons de baixa energia, expondo o tecido saudável à radiação muito menor do que é possível hoje.



Simulações de computador sugerem que atingir um único átomo de ouro ou platina com uma pequena dose de raios-X em uma estreita faixa de frequências produz uma avalanche de mais de 20 elétrons de baixa energia.



Os cientistas explicam que esses elétrons ejetados podem matar o câncer, destruindo seu DNA. Assim, os médicos podem incorporar muitas nanopartículas de metal pesado dentro e ao redor de tumores e, em seguida, atingir-lhes com radiação adaptada.

O chuveiro de elétrons resultante poderia destruir um tumor, e o processo reduziria grandemente a exposição à radiação do paciente, em comparação com métodos de tratamento mais atuais de radiação.




A equipe construiu um protótipo que mostra que frequências específicas de raios-X podem liberar elétrons de baixa energia a partir de nanopartículas de metais pesados. Enquanto a máquina ainda precisa ser desenvolvida, já existe prova de que a técnica tem potencial para o tratamento do câncer.



Em resumo, o estudo poderá eventualmente levar a uma combinação de radioterapia com quimioterapia, com a platina sendo o agente ativo.



Esse potencial novo tratamento surgiu com o estudo dos céus. Especificamente, os pesquisadores estavam tentando entender do que diferentes estrelas são feitas, com base em como a radiação flui através e emana delas.



A equipe construiu modelos de computador complexos para simular esses processos. Os modelos deram pistas de como metais pesados como o ferro se comportam quando absorvem diferentes tipos de radiação.



O ferro desempenha um papel dominante no controle do fluxo de radiação através de estrelas. Mas também é observado em alguns ambientes como buracos negros, que produzem alguns tipos de raios-X que podem ser detectados da Terra.

Foi quando eles perceberam que as implicações iam além da astrofísica atômica: raios-X são usados o tempo todo em tratamentos de radiação e de imagem, bem como metais pesados. Se fosse possível alvejar nanopartículas de metais pesados em certos locais do corpo, seria possível também reduzir a exposição à radiação e ser muito mais preciso.




“Como astrônomos, aplicamos física e química básicas para compreender o que está acontecendo nas estrelas. Estamos muito animados em aplicar o mesmo conhecimento para tratar o câncer”, disse o astrônomo Sultana Nahar.

Fonte: Live Science

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