Semana da Mulher

Educando com arte

Onde quer que apareça o humano , aparece o limite.

 A verdadeira função da intuição é pôr a nu a realidade para chegar à sua essência: superar o revestimento exterior, espoliá-la das suas aparências, facilitar o acesso à verdade das coisas, tocar o fundo.
Aquilo que para a razão constitui uma nota de fraqueza revela, ao contrário, uma força diante da intuição: esta encobre risco na segurança e poder na fragilidade. A intuição, como se pode ver nos aforismos, efetua um jogo que lhe permite sair da prisão da razão sem ir contra ela, revela ou descobre o que a própria lógica esconde. A razão pretende controlar a obscuridade da existência para muda-la em logos. A intuição ao contrário, se eleva em cima dessa pretensão. A clemência, a indulgência, a benevolência, compreendidas no conceito de humano, são efetivamente limites. Como diria Rousseau, "o afeto é sinal de insuficiência". Onde estes sentimentos têm livre trânsito, justamente ali aparace um acento de limitação. A limitação do lado humano é sempre revelação do limite. Em outras palavras, diremos que uma pessoa é humana quando não distorce nem nega seus limites, desumana quando se cobre com uma imagem de força e poder.

Texto retirado do livro que estou lendo: Uma terapia para a pessoa humana/ Ricardo Peter.

Simone Ramos                  


Epidemia de HIV/Aids é jovem, feminina e gay

Para comentar o aumento da epidemia de HIV/Aids entre os jovens e a Campanha de Carnaval lançada pelo Ministério da Saúde, que neste ano é dirigida especialmente a garotas e jovens homossexuais na faixa etária de 16 a 24 anos, a Agência Patrícia Galvão entrevistou com exclusividade a pesquisadora Vera Paiva, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e coordenadora do Nepaids (Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids da USP):

Entrevista de Vera Paiva

Parte do sucesso do programa brasileiro de Aids deve-se a ele se basear em evidências científicas e não em princípios morais


Camisinha é um recurso do homem. A "tecnologia" das meninas é a conversa


Os jovens gays vêm usando cada vez menos a camisinha
Vulnerabilidade x ações de prevenção


Conversas sobre Aids nos espaços religiosos


É inaceitável dizer que a epidemia está estável

Para contatar a entrevistada:

Vera Paiva – psicóloga, professora e coordenadora do Nepaids

Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids (Nepaids) do Instituto de Psicologia da USP

São Paulo/SP

Tel.: (11) 3091-4184



M de mulher


 

Seus Malabarismos Mágicos Manipulam Marionetes.


Meninas, Mães, Madres, Marquesas e Ministras.

Madalenas ou Marias.
 
Marinas ou Madonas.

Elas são Manhãs e Madrugadas.

Mártires e Massacradas.

Mas sempre Maravilhosas, essas Moças Melindrosas.

Mergulham em Mares e Madrepérolas, em Margaridas e Miosótis.

E são Marinheiras e Magníficas.

Mimam Mascotes.

Multiplicam Memórias e Milhares de Momentos.

Marcam suas Mudanças.

Momentâneas ou Milenares, Mudas ou Murmurantes,

Multicoloridas ou Monocromáticas, Megalomaníacas ou Modestas,

Musculosas, Maliciosas, Maquiadoras, Maquinistas,

Manicures, Maiores, Menores, Madrastas,

Madrinhas, Manhosas, Maduras, Molecas,

Melodiosas, Modernas, Magrinhas.

São Músicas, Misturas, Mármore e Minério.

Merecem Mundos e não Migalhas.

Merecem Medalhas.

São Monumentos em Movimento, esses Milhões de Mulheres Maiúsculas.



Independência ou Autonomia

Regina Navarro Lins


Mulher independente. Assim são conhecidas aquelas que ganham seu próprio dinheiro e, o melhor de tudo, não têm que prestar contas dos seus gastos a ninguém. Há algumas décadas, quando se iniciou o movimento de emancipação feminina, as mulheres passaram a ser incentivadas a ter uma profissão. Mas o máximo almejado era trabalhar para não precisar mais pedir ao marido dinheiro para um batom ou uma calcinha.

Mais independência que isso nem se cogitava, seria ousadia demais. Muitas acreditaram e hoje lamentam. Pela incapacidade financeira de viverem sozinhas, são obrigadas a permanecer em casamentos insatisfatórios.

É muito comum se dizer que o homem teme a relação com a mulher independente. Alega-se que, além de não estar preparado para abrir mão da superioridade que o papel de provedor lhe confere, poderia se sentir desvalorizado caso a parceira ganhasse mais do que ele. Mas na realidade não é isso o que acontece. Ele não teme a mulher que tem uma profissão e ganha muito dinheiro. Teme, sim, a mulher autônoma. Ser uma mulher independente ou uma mulher autônoma não é a mesma coisa.

A autônoma olha com novos olhos para o mundo, o amor, o sexo, sem estar presa aos condicionamentos que tanto limitam as pessoas. Tem coragem de ser ela mesma, e não renuncia a partes do seu eu tentando corresponder ao que dela se espera.


Na relação amorosa, não se preocupa em se submeter às exigências sociais do que é aceito ou não para uma mulher e vive o máximo possível em sintonia com seus próprios desejos.


Entretanto, a autonomia não é fácil de ser alcançada. São muitos anos de condicionamento, em que vamos assimilando os valores do lugar em que vivemos. Mas hoje cada vez mais mulheres questionam a suposição
da nossa cultura de que a verdadeira felicidade se equipara a estar envolvida com um homem. Isso já é um bom sinal. Ter ou não um homem ao lado está aos poucos deixando de ser a questão básica da vida. Porém, ainda são poucas as pessoas que realmente buscam autonomia.


É evidente que sem independência financeira não existe autonomia. Mas não basta. Existem mulheres totalmente independentes sem autonomia alguma. Quantas você conhece que alcançam sucesso profissional e, no entanto, vivem sonhando em encontrar o príncipe encantado?

Regina Navarro Lins, psicanalista e sexóloga, é autora de O Livro de Ouro do Sexo (Ediouro). E-mail para a coluna: rlnl@uol.com.br. Site: www.camanarede.com.br


Aliados do rejuvenescimento



Esse assunto pra mim é um dos mais graves...


Produtos e mais produtos são elaborados para que


as mulheres fiquem jovens, que não envelheçam naturalmente,


Parece que envelhecer se tornou um mal.



Todo meu respeito por seu trabalho como apresentadora.

Mas esta em falta exemplos de como envelhecer bem ...a sociedade esta corrompida.

Mulheres, acordem vamos envelhecer naturalmente sem medo de

mostrar nossas rugas.



Imagem enviada por Sandra (amei)


Hoje me veio vários pensametos para essa postagem,
Um delas foi me olhar no espelho...

Que mulher a sociedade quer?
Será que estou no padrão da mídia...

Será que tenho que escolher?
Ser santa ou ser puta?!?!

Existe o caminho do meio...
Para acompanhar o progresso sem me corromper ?!?!

Sem ter que pintar o cabelo de vermelho ou de loiro...
Ou ser eu mesma com minha natureza...
Ser a esposa perfeita, a mãe perfeita...

Quantas estão sofrendo por ter que toda noite tirar a maquiagem da beleza...
Sendo que ser natural é algo bonito...
Quantas sentem forte dor de cabeça escovando escovando
para o cabelo ficar liso...
só assim vão me olhar, só assim vão presta atenção em mim
só assim algum homem vai me querer
pensam elas!
pobres coitadas.

Agradeço por não sofrer desse mal,
Me olhei hoje no espelho e me achei linda...

não tem como não olhar essa sociedade pertubada...
E não se aborrecer...


Muitas mulheres estão se vendendo...para mídia
que dita como a mulher deve ser bela, exibindo corpos maguérrimos,

Já foi definido que mulher símbolo sexual tem que ser loira,
Até para as crianças, progamas infatins apelam...e essas mulheres
ainda acham que estão fazendo a coisa certa!

Lamentavél.


Fica difícil ser natural nesse mundo artificial, corrompido...
Ainda á muito o que ser conquistado pelas mulheres.

Uma delas é a tarefa de serem natural (...)

Texto editado por mim.
Respeite os direitos autorais.


Um comentário

Anônimo disse...

Прикольненькая новость, как долго ожидать публикации обновлённого материала и вообщем стоит ждать ?

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