Quem me roubou de mim?

RESUMO A OBRA LITERÁRIA “QUEM ME ROUBOU DE MIM?”






APRESENTAÇÃO





Este livro não é um ensaio teológico. Também não é um tratado de antropologia especializada. É apenas a satisfação de um desejo simples, menor. Desejo de expor o assombro que tenho experimentado ao ver as dores do mundo, os calvários da humanidade.

O seqüestro da subjetividade é um acontecimento que atenta diretamente contra o primeiro aspecto deste processo: “ a disposição de si.”

Toda relação que priva o sr humano de sua disposição de si, de sua pertença, ou seja, a capacidade de administrar a própria vida, de alguma forma caracteriza-se como “seqüestro da subjetividade”.

O seqüestro do corpo é uma forma de roubo. Alguém foi materialmente levado de seu meio.

Paralelo ao seqüestro da materialidade, colocaremos a questão do seqüestro da subjetividade, uma espécie de roubo que não é material, não possui cativeiros materiais, localizados, e que pode ter início nas relações que estabelecemos.

A partir dessa forma de seqüestro nasce o mal-estar psicológico, o sofrimento que não tem localidade no corpo, mas possui o poder de adoece-lo.

É importante salientar que aqui a reflexão está amparada nos princípios evangélicos. O porto do qual partimos é a experiência concreta de Jesus e sua palavra, capaz de promover a vida e a liberdade necessária para bem vive-la.

O contexto da palavra de Jesus é o simbólico. Simbólico é a realidade que estabelece pontes, gera entendimento e superação.

Relações simbólicas são aquelas que nos permitem o crescimento e a superação de nossos limites porque são capazes de estabelecer pontes que nos permitem travessias.

Este livro quer ser simbólico, porque está comprometido com o desejo de lhe fazer bem..

Onde houver um ser humano realizado, nele Deus estará revelado.

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