Contentamento

É uma virtude que promove alegria e bem-estar. Proporciona o poder de enfrentar adversidades, sem aflição, com serenidade e jovialidade, porque capacita o ser humano a adaptar-se a tais situações, e a mudar suas atitudes diante delas.

Contentamento é o brilho de ser livre. É ter a clareza e a convicção para ver que além do presente existe um bom futuro não só para mim, mas para tudo.
Sentir nos ossos que o movimento inteiro da vida é em direção ao que é bom, que todas as montanhas têm seus vales, que todo o deserto tem seu oásis.
Uma face contente segue a longa jornada de tornar tudo melhor.

Somos como jovens pássaros; ainda estamos aprendendo a voar. Arriscamos vôos de um galho para outro mas ficamos na mesma árvore. Tememos perder o abrigo, por isso não vamos mais longe. Para ultrapassar os velhos limites da consciência só precisamos de duas asas: conhecimento e leveza. Abrir o cadeado do intelecto, com a chave do entendimento. Abandonar a preocupação e insegurança que imobilizam nossas asas e usar toda a autonomia de vôo.


Benevolência


É uma qualidade que dispõe o indivíduo a praticar o bem, podendo acrescentar generosidade, gentileza e simpatia. Para tanto, é preciso renunciar a sentimentos de hostilidade e egoísmo.


ATO DE BENEVOLÊNCIA


A Lei da Anistia (Lei 6.683/ 79 ) foi ATO DE BENEVOLÊNCIA para pacificar o país, ou para proteger TORTURADORES?



No final da década de 70, sob forte pressão popular e já em processo de liberalização, o então presidente general João Baptista Figueiredo encaminhou o projeto de lei ao Congresso, que o aprovou. A lei foi sancionada no dia 28 de agosto de 1979.


No entanto, a lei tida por alguns setores como "ampla, geral e irrestrita" recebeu várias críticas dos movimentos sociais que lutavam pela redemocratização do país e hoje é considerada por pesquisadores como uma lei feita para atender aos interesses do regime militar.


Entre os pontos mais criticados da lei estão a exclusão de pessoas condenadas por crimes como terrorismo, assalto, sequestro e atentado pessoal e a não previsão de pagamento de indenizações às vítimas do regime. Algumas dessas reivindicações foram atendidas em leis posteriores, como a 9.140, conhecida como Lei dos Desaparecidos, aprovada em dezembro de 1995, que determinou o fornecimento de atestados de óbitos a desaparecidos políticos. A reparação econômica, no entanto, só foi garantida mais de 20 anos depois da Lei de Anistia, com a aprovação da Lei 10.559, em 2002.


Atualmente, A LEI É QUESTIONADA pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no STF (Supremo Tribunal Federal). Trinta anos depois, o STF deverá decidir, ao analisar a ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), se a lei anistiou ou não responsáveis por crimes de tortura, sequestro e homicídio.



A estrutura da personalidade compreende, entre outros elementos psicológicos, um conjunto de virtudes que tornam o indivíduo mais elevado, íntegro, humanitário. Uma virtude representa retidão moral, probidade, excelência moral. As pessoas podem ser avaliadas pela riqueza de suas virtudes.

De forma sucinta, vamos apreciar algumas dessas virtudes. No decorrer da empreitada, poderemos observar que elas quase sempre caminham juntas, raramente apresentam-se isoladas.


Autoconfiança.


Esta virtude pode ser conquistada mediante o desenvolvimento de recursos e habilidades que proporcionam competência, segurança e tranqüilidade no decurso da vida. A pessoa autoconfiante é prudente e equilibrada, de tal sorte que procura agir sempre com cautela. Pelo fato de possuir imensa fé em si, ela sabe que pode contar consigo mesma, em situações as mais adversas.
Uma pessoa realmente autoconfiante se torna, também, uma pessoa arrogante...?
O desenvolvimento da autoconfiança começa na infância.
Uma educação autoritária dada pelos pais pode resultar em filhos inseguros e despreparados para assumir responsabilidades. Pais que permitem que as crianças expressem suas próprias opiniões e desejos estimulam o desenvolvimento da capacidade de decidir com confiança.
A autoconfiança é extremamente volátil. No decorrer da vida, nossas experiências vão arquivando monstros em nossa mente que podem minar a autoconfiança. Rejeições, perdas, conflitos, crises e erros, podem mudar a nossa vida de acordo. Há pessoas que não se levantaram mais depois de alguma derrota. Outras perderam a esperança depois de sofrerem várias perdas. Alguns jovens tornaram-se inseguros devido sofrerem humilhação pública pelo fato de não terem uma aparência segundo os padrões da mídia. Uma decepção pode tornar-se um desastre emocional.
Insegurança - As sensações de segurança e de insegurança fazem parte da constituição do psiquismo e vai depender das vivências de satisfação e frustração que o bebê recebe ainda no ventre da mãe e das cargas emocionais que tem relação com o meio-ambiente. A mãe passa a insegurança para o bebê muito antes de ele nascer. Quem sabe se a mãe não atendeu a criança como devia, deixando-a sob ameaça de maus cuidados, e a criança se sentiu insegura, mal cuidada, mal amada.
Na infância a criança sente-se responsável pelas frustrações que sofreu. Afinal, toda criança é auto-referente, julga-se culpada e isto fica registrado em seu inconsciente que, com o passar dos anos, vai ser desenvolvido nos acontecimentos de sua vida, gerando insatisfações, insegurança, medos e muitos outros sintomas emocionais.
Se a criança foi mais satisfeita do que frustrada, ela vai ter as inseguranças comuns de todos, algumas delas até saudáveis, como, por exemplo, o medo diante de situações reais de perigo.
Porém, se a criança foi mais frustrada do que satisfeita, vai se sentir ameaçada, vai sentir que não tem aquilo que lhe satisfaz porque não mereçe.
A fase gestacional é a mais importante da vida do ser humano. É daí que vêm todas as sensações emocionais, todos os equilíbrios e os desequilíbrios que se desenvolverão no decorrer dos anos de sua existência.
A sensação de estar sob ameaça constante se chama insegurança. A insegurança emocional nem sempre reflete a realidade. Ela se caracteriza por um sentimento de inferioridade, de quem não se acha digno de ser amado(a), de que não é possível que alguém ame uma pessoa tão comum e sem atrativos. Por não acreditar em si mesmo, a pessoa insegura tem a impressão ser incapaz.

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