O que é oração?

Em poucas palavras, é um diálogo com Deus no qual nos enxertamos nele. Se vamos orar efetivamente, devemos condicionar nossos pensamentos e atitudes aos seus correspondentes divinos. Nossos pensamentos retos, sejam ou não realmente expressos em palavras, constituem uma oferta agradável a ele. Mas, de que maneira podemos julgá-los aos olhos divinos? Nosso padrão de medida é a sua palavra.

O criador registrou seus pensamentos na Bílbia. Quando a lemos com o coração aberto, ajustando os pensamentos à palavra e depositando em Deus a nossa confiança, ele responde à oração conforme sua boa vontade.

Jesus deu-nos esta maneira de pedir-lhe como o mais importante resumo da Palavra. Ele indica qual a maneira reta de pensar que devemos implantar no coração: Deus se torna nosso pai. Seu reino vem ao nosso coração, à nossa vida e a este mundo. Deus satisfaz todas as nossas necessidades diárias. Ele nos livra do mal e não nos deixa cair em tentação. Perdoa nossos pecados e nos livra do mal.

Jesus orou o que se tornou conhecido como " a oração do Senhor", em resposta ao pedido dos discípulos que desejavam receber uma lição sobre a maneira de orar, e os pontos que Jesus abrangeu são significativos como modelo para nossos próprios pensamentos em relação a Deus.

Logo no ínicio, Jesus ensinou com clareza os fundamentos da atitude própria que deveríamos ter para com Deus: "Pai nosso que estás no céus". O Pai é aquele a quem podemos confiar, por intermédio dos nossos pensamentos retos, o mais ardente desejo do nosso coração. Somente ele pode ouvir a nossa oração e dar-lhe resposta. Deus está à espera de que tenhamos os seus próprios pensamentos.

Orando com Jesus
(Paul Yonggi Cho)

Pai nosso em aramaico:






A personalidade do Diabo

Devil:


Os adeptos da teologia tentam não reconhecer a presença do diabo como alguém que possua personalidade. Atribuem a existência do mal à estrutura social, à má política e à distribuição desigual da riqueza. Esta maneira de pensar está longe dos ensinos bíblicos. Se a argumentação dessas pessoas fossem verdadeiras, porque a taxa de suicídios aumenta anualmente e a lascívia e a dissipação prevalecem nos países escandinavos possuidores de boas estruturas sociais? Que dizer dos países comunistas que alegam ter distribuição igual, ou dos Estados Unidos que se vangloriam da riqueza material?

O mal prevalece na terra não por causa de maus sistemas sociais nem de distribuição injusta, mas porque o diabo, a fonte de todo mal, existe. Onde quer que ele esteja, os efeitos de sua presença podem ser identificados sob muitos disfarces.

No antigo testamento, adão caiu por intriga do diabo. Na sua mão, Jó caiu na cova da miséria, e Davi foi extremamente tentado. No Novo Testamento, o diabo tentou Jesus; entrou no coração de Judas Iscariotes, levando-o a trair o Senhor. Os apostolós Pedro, Paulo e Tiago advertiram-nos repetidamente contra a obra do diabo.

"Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhes firme na fé, certo de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo" (1 pedro 5: 8,9).

"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim contra principados e postertades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contras as forças espirituais do mal, nas regiões celestes"
(Efésios 6:12). "Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tiago 4:7).

Até aqui vimos a obra do diabo e de seus seguidores. Mas este conhecimento não é tudo o de que necessitamos. Temos que resisti aos ataques dos inimigos e de seus auxiliares, que incessantemente buscam nossa vida. Devemos expulsar o diabo, se ele estiver causando pertubação em nosso ambiente e em nossa família.

Orando com Jesus
(Paul Yonggi Cho)



Quem ganhou e quem perdeu?

Naquele 7 de abril do ano 30, aos olhos dos discípulos tudo parecia perdido. Judas traíra Jesus, Jesus fora preso, torturado, sulmariamente julgado e condenado a morrer entre dois ladrões.
Pilatos o entregara aos inimigos, mesmo garantindo que não o achava culpado. Herodes o devolvera a Pilatos pela mesma razão. Não havia crime configurado. Mas Anás e Caifás e os do grupo do poder que, desde o primeiro ano de sua pregação, o juraram de morte, estavam satisfeitos. Haviam vencido. Livraram Israel de um herege, um blasfemo, um profeta incômodo que desobedecia às leis do judaismo e levara o povo para seu lado. Escaparam, também, de um possível desastre para Israel, que poderia ter sido esmagado pelos romanos, caso Jesus tivesse ido mais longe. E havia ido longe demais.

Vinte séculos depois é bem mais fácil avaliar o resultado daqueles fatos. Pilatos é apenas mencionado como um político frágil que se deixou manipular. Nada mais se sabe dele. Não preocupa os estudiosos. Herodes é mais conhecido por sua devassidão do que por alguma realização humanitária. Anás e Caifás também não passam de personagens curiosos e estranhos a um século como o nosso. Não se sabe nem o nome nem nada a respeito de todos aqueles que tentaram _ e conseguiram _ matar Jesus. Mas Jesus continua conhecido, amado, adorado, questionado, perseguido em muitos países que optaram pelo ateísmo ou por outras religiões. Indiferente a ele, o mundo não ficou.

Vinte séculos depois, num mundo de mais de quatro bilhões de pessoas, cerca de um bilhão acredita nele e pelo menos outro bilhão o vê como um homem de bem que merece destaque na História do Mundo.

Seus seguidores ainda não conseguiram realizar o seu projeto de um reino de irmãos a que ele chamava de Reino dos Céus. Por culpa deles mesmo, muitas vezes o projeto de Jesus foi deturpado. Milhões deles traíram as idéias de Jesus, fazendo exatamente o oposto de tudo de tudo que ele queria para a humanidade. Em nome dele cometeram-se atrocidades incríveis, que ele jamais teria aprovado. Em nome dele criaram-se costumes e leis que certamente condenaria. Em nome dele muita gente viveu no luxo e no jogo do poder e da injustiça, coisas que ele sempre condenou como indignas do homem.

Mas sempre houve os Antônio de Lisboa e Pádua, os Francisco, os João Crisostómo, os João de Deus, as Isabel, as Tereza de Calcutá, os Charles de Foucauld, os Vicente de Paulo, os Camilo de Lellis, e milhares de homens, mulheres, jovens, velhos e crianças que acreditaram de fato na sua mensagem e na sua vida e fizeram a opção preferencial pelos pobres sofredores, pelos jovens, pelos marginalizados, pelas pessoas indefesas...

Ditadores, reis, sistemas políticos e econômicos que vieram depois dele continuam tentando unir os povos, ou subjulgá-los. Buscam a todo custo caminhos de justiça e de igualdade. O planeta esta todo minado de ogivas nucleares e bombas poderosíssimas que, em questão de minutos, reduzirão a terra a um monte de cinzas, se algum dia algum governante louco ou desesparado apertar os fatídicos botões da morte.

O mundo de hoje, aparentemente, não precisa dos conselhos dele. Os que mandam no planeta jamais o consultam e duvidam da eficácia dos seus métodos e a maioria dos bilhões que o admiram e seguem, conhecem-no apenas superficialmente. Os que realmente vivem como Jesus viveu e pensam como Jesus pensou são poucos.

Quem ganhou e quem perdeu?

Os que rezam pela cartilha de Marx, Stálin, Lênin ou outros próceres do comunismo, garantem que Jesus foi útil a humanidade até há algumas décadas atrás, mas que agora Jesus é coisa do passado. 
Os que rezam pela cartilha do capitalismo insistem que Jesus não faz diferença para eles, porque nunca precisaram dele para viver como vivem...A utopia de Jesus é bonita, mas não funciona...

O futuro dirá se Jesus veio apenas para  durar vinte séculos ou se veio para reeducar o homem nos caminhos da fraternidade, para todo o sempre.

 Enquanto isso os que de fato acreditam têm uma gigantesca tarefa pela frente: provar ao mundo que o projeto de Jesus é o único que tem alguma chance de libertar a humanidade da fome, da miséria, do ódio e da violência.

José Fernandes de Oliveira
(Pe. Zezinho, SCJ)

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Uma música que gosto de ouvir e me emociona:
     
   


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